Repam leva violações de terras indígenas à ONU em Nova York

Entre os dias 22 de abril e 1º de maio, os povos indígenas amazônicos Mosetén (Bolívia), Munduruku e Yanomami (Brasil) e Kukama (Perú) estarão no Fórum Permanente de Assuntos Indígenas das Nações Unidas, em Nova York.

A iniciativa se insere no processo de exigibilidade de Direitos Humanos que a REPAM (Rede Eclesial Pan-amazônica) acompanha, em defesa do território, na Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Brasil.

A delegação, que conta com a presença de lideranças indígenas, exporá a problemática em outros eventos paralelos ao Fórum, espaços acadêmicos em universidades, grupos de trabalho especializados da sociedade civil e núcleos pastorais, como o Comitê de Assuntos Indígenas, Minning Working Group, Saint Jonhs University e outros.

Dom Gustavo Rodríguez, presidente do DEJUSOL, Departamento de Justiça e Solidariedade do Conselho Episcopal Latino-americano, CELAM, acompanhará a delegação da REPAM.

No mês de março, a REPAM levou outros 4 casos à Comissão Internacional de Direitos Humanos, CIDH, em Washington, onde se constatou a necessidade de elaborar um informe especializado sobre a violação de direitos no território Pan-Amazônico e o acompanhamento e a vigilância dos casos assistidos pela Igreja, através da REPAM.

Por Rádio Vaticano

 

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